Hoje acordei mais animado, confesso que fiquei um enorme espaço de tempo sem escrever, mas foi devido a não ter precisado, pois por um momento as coisas estavam bem, tudo parecia ter normalizado, porém acredito que eu estava entorpecido, e confesso que ainda estou.
Finalizei uma pós graduação, sinto que isso irá me ajudar profissionalmente, mas não sinto que me esforcei por isso, aliás, não tenho me esforçado por nada e por mais que reconheça, não tenho a força necessária para mudar, colocando em risco meus sonhos e vontades mesmo não desejando isso.
Minhas férias foram ótimas, viajei para Ponta Grossa e Londrina, visualizei nas duas cidades a possibilidade de crescer, o cheiro do novo, as pessoas desconhecidas, a disponibilidade de cursos e possibilidades incríveis, realmente forcei minha mente entorpecida a lidar com o novo e a mudança, e isso foi bom, pois na maré que minha vida tomou tenho evitado de pensar em qualquer coisa, pois um pensamento leva outro e no final eu sempre acabo mal. Também consultei com uma médica em Londrina, e estou fazendo um tratamento natural para alguns problemas de saúde, confesso que imaginei que ela veria mais do que viu, mas estou feliz por não. Sinto a necessidade de estudar mais, de fazer o que sou capaz, e infelizmente Telêmaco Borba não me oferece estrutura para isso, me deu o alicerce, mas é tudo o que conseguirei daqui baseado na minha ambição. No final das férias voltei para Telêmaco no aniversário da minha avó, onde reuniram-se vários tios e primos, foi muito legal.
Mas esta época do ano me traz refrigério, pois a maioria dos meus momentos felizes passei no final de cada ano, nas reuniões familiares, nos jantares, amigos secretos e nos fogos de artifício de um novo começo! Por este motivo espero ansioso o início do novo ano, e a chance de fazer tudo diferente, apesar das marcas que 2011 deixaram, a superação começa quando damos um passo a frente!
Entreguei meus sonhos à Deus, e espero que ele me ajude a realizar, sei que estará comigo, pois sempre esteve. Quanto as pessoas à minha volta, estas vem e vão e isso não vai mudar, e ao mesmo tempo que quero me agarrar nelas, sinto a necessidade de deixá-las irem, pois caso eu não faça isso sofrerei com a dor da perda, pois inevitavelmente algum dia elas me deixarão sozinho, com ou sem o consentimento delas, mesmo eu desejando que fiquem ou que veja meu porto seguro nelas, tal como minha família.
Nenhum ser humano nasceu para viver sozinho, mas é necessário saber como sobreviver assim, pois em algum período de nossa vida estaremos sós, e é quando desprenderemos mais energia e força para continuarmos caminhando... Eu estou fraco, mas sou forte e estou me levantando, e quando isso acabar terei forças para correr atrás do que quero, não vou demonstrar fraqueza para ninguém e nem pedir ajuda, pois na minha realidade estou eu e Deus, e meus obstáculos, e nada poderá realmente me ajudar a ultrapassá-los, depende dele para me dar força, mas de mim para enfrentar isso!

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